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  • marcioasilv3

3 ações fundamentais para reduzir os custos fixos na sua clínica odontológica

3 ações para reduzir custos fixos em clínicas odontológicas
3 ações para reduzir custos fixos em clínicas odontológicas

A pandemia trouxe uma ruptura abrupta na receita de clínicas e consultórios odontológicos.


Nós sabemos que assim como a grande maioria das micro e pequenas empresas no Brasil o ciclo de caixa de clínicas odontológicas dura aproximadamente 28 dias.


Isso significa que se o cenário não mudar em breve e se nada for feito a respeito muitas clínicas odontológicas e pequenos consultórios vão literalmente fechar as portas para sempre.

Para evitar esse cenário caótico é preciso que o empresário da área de saúde promova ações em duas direções: aumento ou pelo mesmo preservação das receitas da clínica e redução de custos fixos do negócio.


Hoje, queremos abordar nesse breve artigo 3 ações fundamentais para reduzir os custos fixos na sua clínica odontológica. Acompanhe!


3 ações para reduzir os custos fixos na sua clínica odontológica


01 - Cortar custos não estratégicos


Em primeiro lugar é importante que você entenda a diferença entre custos estratégicos e não estratégicos na sua clínica odontológica.


Basicamente é estratégico todo custo que direta ou indiretamente contribua para aumentar as vendas na sua clínica.


Coloque em uma folha de papel a lista dos seus custos fixos: água, luz, telefone, aluguel, seguros, contabilidade, marketing, etc.


Agora, avalie o quanto cada um dos itens da sua lista de custos fixos, ou seja, recorrentes contribuem ou não para a geração de receita na sua clínica.


Faça uma análise criteriosa e corte tudo o que não for custo fixo estratégico.


02 - Renegociar dívidas


Se sua clínica tem dívidas no mercado financeiro ou com fornecedores, esse é o momento de partir para uma renegociação.


Mas, não seja amador. Não adianta ligar para o banco ou para o seu fornecedor e avisar "que não vai pagar".


Não é assim que funciona. O não pagamento de dívidas contraídas pode simplesmente gerar passivos que nunca poderão ser recuperados.


É preciso negociar com bancos e fornecedores uma carência ou dilatamento dos prazos de pagamento. Quanto mais concreta sua proposta de renegociação maiores as chances de uma conclusão satisfatória.